Mongaguá é um nome de origem tupi-guarani que significa “Enseada de lama pegajosa”. Os índios que viviam às margens do Rio Mongaguá deram este nome ao rio por ele não possuir uma foz fixa. O rio que descia encachoeirado da Serra do Mar, ao chegar à planície, empoçava e somente com a cheia, tomava a direção dos ventos, seguindo para o mar ora por um lado, ora por outro. Este fato acabava por tornar toda a região lamacenta. Naturalmente a região que viria a se desenvolver junto ao Rio Mongaguá, ficaria
conhecida por este nome.

A população recenseada em 2010 era de 46.310 habitantes e a área é de 137 km², o que resulta numa densidade demográfica de 323,45 hab/km².

Para quem busca por diversão, Mongaguá é uma ótima escolha. Com parques ecológicos e praias propícias para banhos e prática de esportes náuticos, é agradável e muito procurada por turistas.

Os primeiros habitantes de Mongaguá foram os índios Tupi-Guarani, no século XVI, que moravam às margens dos rios Mongaguá e Iguapeú. O nome de Mongaguá foi dado por esses índios. Mongaguá teve outros nomes, tais como "Terra dos Santos dos Milagres", "Terra dos Padres" e "Rio Fantasma", este último porque o rio que dá nome ao município mudava constantemente de curso antes de ser canalizado como é nos dias de hoje.

Mongaguá faz parte da rica história do desembarque do português Martim Afonso de Souza nas Ilhas de São Vicente, em 1532, onde criou o primeiro núcleo populacional do país. Mongaguá pertenceu a São Vicente por muitos anos. Em 1948, foi criado o Distrito de Mongaguá, pela Lei n.º 233, e a cidade passou a incorporar o município de Itanhaém.

Principais distâncias

São Paulo - 90 km
Santos - 43 km
Itanhaém - 19 km
 

Localização


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